Campanha Educar para Prevenir, parceria CECAN e Instituto Mauricio de Sousa

O sucesso da Campanha “Educar para Prevenir” 2010 e o apoio do Instituto Mauricio de Souza impulsionaram a reapresentação do projeto em 2012, com o mesmo objetivo de alertar para a necessidade do conhecimento e investigação dos sinais e sintomas iniciais do câncer infantil, bem como para a responsabilidade dos envolvidos no processo do diagnóstico precoce.

Portanto, o CECAN relançou, com o apoio de várias empresas, em 16 de maio de 2012 a “Campanha de Prevenção do Câncer Infantojuvenil – Educar para Prevenir”, que se estenderá até novembro de 2012 para alunos regularmente matriculados no Ensino Fundamental I e II, das redes pública e privada, na faixa etária de 8 a 11 anos, cujo encerramento está previsto para novembro.

Conscientizar e sensibilizar pais, familiares, alunos, professores e profissionais da Educação, Saúde e Público em geral, sobre a importância do diagnóstico precoce se mantém como missão do CECAN nesta Campanha.

As ações estão pautadas em ciclo de palestras, apresentação de vídeos, distribuição de material informativo e apresentações com médicos especialistas em Oncopediatria e Hematologia do Grupo Instituto Paulista de Cancerologia (IPC).

A programação se estenderá até novembro, mediante atendimento de um calendário predefinido de escolas das esferas pública e privada e seus alunos. Este ano as ações incluirão também as Unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Mogi das Cruzes, que estão sendo visitadas e incluídas no programa.

A avaliação colhida de cada Escola por meio da Direção e principalmente dos alunos tem sido extremamente positiva e incentivadora, além de carinhosa, atribuída ao conteúdo das palestras, a inovação do kit Campanha que inclui o vídeo “A mãe natureza dá o recado” e a ampla participação dos alunos com perguntas e dúvidas, socialização esta ratificada por meio da entrega do material informativo, incluindo uma edição especial do IPC News que destaca os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil e o CECAN – sua trajetória em 10 anos.